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CANÇÃO DE AMOR II

lisieux

 

"Ó pura exaltação do meu viver" *

canção de amor que brota das entranhas

que fala de passagens tão estranhas

que aviva as emoções do meu querer

 

canção de amor, perfeita, inenarrável

que sai da minha alma e que se espalha

de notas quentes, queima igual fornalha,

com  uma  melodia incomparável.

 

Canção de amor, qual pedra cristalina

foco de luz, guardado na retina

que exalta a tua imagem tão querida

 

Canção que mostra o amor que te dedico

que faz-me ser feliz, fecundo e rico

canção de amor que embala a minha vida.

 

* verso de Paulo Camelo,em Canção de Amor.

 

BH – 23.04.04

 

 



Escrito por lisieux às 01h34 [ ] [ envie esta mensagem ]





SAUDADE SEM FIM
lisieux

Saudade mula-sem-cabeça
saudade saci, assombrando-me as matas
sussurrando nas cascatas
cantigas de entardecer
                         Saudade barata-tonta
                         correndo pelos corredores
                         escondendo-se pelos cantos
                         das pontas do meu sapato
Saudade carrapato
grudado na pele,
sanguessuga...
Saudade galho de amoreira
sacudido pelo vento
espalhando flores secas
no chão do meu coração
                          Saudade berrante
                          espalhando sons no poente
                          tristemente...
Saudade borboleta presa
pelas asas, num quadro na parede
colorida e inerte
                          Saudade coleção de porcelana
                          delicada
                          na prateleira do armário
                          arrumada
                          saudade relicário
Saudade dos suspiros, dos sussurros
e dos urros de prazer
nas noites eternais
Saudade dos olhares, dos sorrisos
dos milagres
que se faziam florescer
na nossa alcova
                         Saudade feiticeira, sem vassoura
                         saudade mãos de tesoura
                         cortando-nos os laços
                         Saudade sem cancela, sem fronteira,
                         sem final e sem limites
                         Saudade
                                     matadeira.

SBC - 29.08.04



Escrito por lisieux às 22h11 [ ] [ envie esta mensagem ]





ESTRELA CADENTE

lisieux

Feito menina, olho para o céu, buscando respostas aos meus anseios e não encontro meios de ler no mapa dos cometas e asteróides, a certeza de concretizar os meus anseios.

Olhos nas constelações, busco encontrar teus olhos... Fito as galáxias, à procura do teu riso... que ecoa, como guiso, pendurado na ponta da lua minguante. Onde tu estás, senhor do meu poema, razão das minhas rimas? Onde estão as tuas mãos que ainda me tocam, ao sabor dos ventos? Procuro-te... procuro-te em meio ao horizonte infinito. Tão grande! Tão vasto! Tão inatingível.

Uma lágrima passeia-me no rosto, solitária. Peço aos anjos (sim, creio neles!) que te levem o meu beijo. Peço a Deus que te faça perceber o quanto fazes falta. Tremeluzem os astros, na amplidão... e, quando eu já penso que nem Deus me escuta, eis que me vem a resposta, no rastro de luz de uma estrela cadente.

E eu volto, meu amor, a acreditar que todos os meus sonhos ainda são possíveis.

BH - 27.02.05



Escrito por lisieux às 15h35 [ ] [ envie esta mensagem ]





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